Arrombar caixas eletrônicos é uma atividade criminosa que foi aperfeiçoada em Joinville, até hoje considerada pelas autoridades policiais a ...
Arrombar caixas eletrônicos é uma atividade criminosa que foi aperfeiçoada em Joinville, até hoje considerada pelas autoridades policiais a “capital” dos caixeiros. A prisão do joinvilense G.R, 37 anos, revelou como age a terceira geração de arrombadores e até onde eles podem ficar ricos.
Chamar a atenção com o barulho de explosivos, utilizar armas pesadas ou demorar muito tempo com a luz forte de maçaricos é coisa do passado. A nova geração age como “hacker” e leva cerca de três minutos para visualizar o dinheiro, sem chamar a atenção.
O novo método é rápido, silencioso e sem violência. Os equipamentos são abertos através da violação de senhas dos caixas, exatamente como fazem os “hackers” para entrarem em uma conta bancária pela internet. Este método tem sido vulnerável às câmeras de segurança ou para o descuido de deixar impressões digitais. Foi só por isso que G.R. foi preso esta semana.
Em sua casa confortável residência com piscina em Joinville a Polícia avistou dois veículos BMW (nenhum deles fabricados em Araquari) e um Land Rover. Apenas dois exemplos do quanto a quadrilha de R.G deve ter faturado, segundo a suspeita da Polícia Civil: no Bradesco de Herval d’Oeste foi levados R$ 76 mil no final de março e no início de janeiro, em Ibicaré, R$ 60 mil. R.G. teve sua prisão preventiva decretada e está no presídio de Herval d’Oeste.
FONTE: ND Online
Chamar a atenção com o barulho de explosivos, utilizar armas pesadas ou demorar muito tempo com a luz forte de maçaricos é coisa do passado. A nova geração age como “hacker” e leva cerca de três minutos para visualizar o dinheiro, sem chamar a atenção.
O novo método é rápido, silencioso e sem violência. Os equipamentos são abertos através da violação de senhas dos caixas, exatamente como fazem os “hackers” para entrarem em uma conta bancária pela internet. Este método tem sido vulnerável às câmeras de segurança ou para o descuido de deixar impressões digitais. Foi só por isso que G.R. foi preso esta semana.
Em sua casa confortável residência com piscina em Joinville a Polícia avistou dois veículos BMW (nenhum deles fabricados em Araquari) e um Land Rover. Apenas dois exemplos do quanto a quadrilha de R.G deve ter faturado, segundo a suspeita da Polícia Civil: no Bradesco de Herval d’Oeste foi levados R$ 76 mil no final de março e no início de janeiro, em Ibicaré, R$ 60 mil. R.G. teve sua prisão preventiva decretada e está no presídio de Herval d’Oeste.
FONTE: ND Online