Dois meses depois de ter sido afastado de suas atividades parlamentares pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunha renunciou à presidência...
Dois meses depois de ter sido afastado de suas atividades parlamentares pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunha renunciou à presidência da Câmara. Em um pronunciamento de seis minutos, sem responder às perguntas dos jornalistas, e depois de passar por um grupo de manifestantes que gritava “Fora Cunha”, ele leu a carta que entregou à secretaria geral da Mesa da Câmara com a renúncia.
Cunha afirmou que a renúncia atende a um pedido de aliados políticos para resolver uma paralisia que a Casa estava vivendo, sob o comando do presidente interino, Waldir Maranhão.
Eduardo Cunha voltou a reclamar de seletividade nas investigações por parte do Supremo Tribunal Federal e chorou ao falar da família e da vingança a que diz ser vítima.
Com a vacância na presidência da Câmara, abre-se o prazo de cinco sessões plenárias para novas eleições. O pleito pode ser convocado antes do fim do prazo, basta uma determinação do presidente interino Waldir Maranhão. Qualquer deputado pode concorrer à esse mandato tampão, que se encerra em fevereiro, quando se encerraria o mandato de Cunha à frente da Casa.
Cunha afirmou que a renúncia atende a um pedido de aliados políticos para resolver uma paralisia que a Casa estava vivendo, sob o comando do presidente interino, Waldir Maranhão.
Eduardo Cunha voltou a reclamar de seletividade nas investigações por parte do Supremo Tribunal Federal e chorou ao falar da família e da vingança a que diz ser vítima.
Com a vacância na presidência da Câmara, abre-se o prazo de cinco sessões plenárias para novas eleições. O pleito pode ser convocado antes do fim do prazo, basta uma determinação do presidente interino Waldir Maranhão. Qualquer deputado pode concorrer à esse mandato tampão, que se encerra em fevereiro, quando se encerraria o mandato de Cunha à frente da Casa.
